27/06/2015 às 08h13min - Atualizada em 27/06/2015 às 08h13min

Comissão de Segurança também vai combater o crime organizado

Com a aprovação a Comissão passa a ser denominada de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Alepi
O projeto de resolução de autoria do deputado Firmino Paulo (PSDB) que altera o Regimento Interno da Assembleia Legislativa, resolução nº 429/2010, modificando a denominação e ampliando o rol de competências da Comissão de Segurança Pública foi aprovado pelo plenário da Casa esta semana. O deputado, autor do projeto e presidente da Comissão,  ressalta que o crescimento da violência tem ameaçado a sociedade brasileira e no caso do Piauí, uma das grandes preocupações é com o crescimento do tráfico de drogas que vem aliciando um número cada vez maior de jovens. “O uso das drogas leva a prática de crimes de variados tipos, desestruturando outras famílias, se tornando assim, reféns de uma triste realidade”, comenta.
 
Com a aprovação a Comissão passa a ser denominada de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, adquiriu novas atribuições e passará a atuar na promoção de estudos e reuniões com especialistas na área da violência, juntamente com a sociedade civil sobre criminalidade e segurança pública; no combate ao crime organizado, violência rural e urbana, sequestro, lavagem de dinheiro e contrabando; no controle e comercialização de armas, no recebimento, avaliação e investigação de denúncias relativas a crimes desta natureza, entre outras.
 
Firmino Paulo que é importante não limitar a atuação em discussões de políticas públicas, mas sim atuar no sentido de acompanhar investigações que versam sobre crime organizado, tráfico de drogas, por exemplo. “Precisamos dar uma resposta a sociedade, é importante ampliar as competências da Comissão”, disse. 
As alterações ao Regimento visam, principalmente a criação de políticas que ajudem na prevenção e na fiscalização desses delitos. “É de grande importância a inclusão  dentre as competências da Comissão o combate a essas espécies de crime, primando pela sua prevenção e fiscalização”, justifica.
 
Isolda Monteiro - Edição: Katya D'Angelles

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