14/11/2015 às 16h41min - Atualizada em 14/11/2015 às 16h41min

Presidente da Funasa afirma que comitê de bacias do Piauí precisam sair do papel

Sem saneamento não é possível a preservação dos rios, afirma presidente da Funasa

Ascom; Edição: Portal Corrente
 
Uma das ações cruciais para a preservação dos rios é a gestão do saneamento básico. E foi essa discussão que o presidente da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) levou para o Seminário Gestão Hídrica no Estado do Piauí: Situação atual da criação do Comitê da Bacia do Rio Parnaíba e sistema estadual de saneamento básico, realizado dia (13) na Assembleia Legislativa do Piauí.
 
Durante o Seminário, realizado em conjunto com a Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, Henrique Pires citou os projetos nos quais a atuação da Funasa tem sido fundamental nos municípios ribeirinhos para a preservação dos rios, a exemplo das cidades de Ribeiro Gonçalves e Santa Filomena, no sul do Piauí. 
 
"A Funasa, através do seu departamento de engenharia, está financiando diretamente ou indiretamente mais de 1.600 planos de saneamento básico em todo o Brasil. No Piauí serão aplicados mais de R$ 16 milhões para que façamos mais 100 planos de saneamento no Estado", declarou.
 
Chamando atenção para a priorização do saneamento na busca pela preservação ambiental, Henrique Pires questionou "quantos comitês de bacias estão mesmo em funcionamento? A gente vê muita coisa escrita, muita lei mas pouca coisa efetivadas. Não existe saúde, qualidade de vida, aqui ou em qualquer parte do mundo onde não há saneamento, e o saneamento serve para preservar a saúde e o meio ambiente", finalizou.
 

 


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