07/03/2016 às 18h50min - Atualizada em 07/03/2016 às 18h50min

Marden Menezes manifesta apoio à Polícia Federal

Alepi

O deputado Marden Menezes, do PSDB, ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã de hoje (7), para manifestar apoio às instituições responsáveis pela determinação e cumprimento de mandato de condução coercitiva contra o ex-presidente Lula, convocado a prestar esclarecimentos à Polícia Federal na operação “Lava Jato”, na última sexta-feira.

O líder dos tucanos também conclamou a sociedade piauiense a participar de manifestação contra o PT e a favor do afastamento da presidente Dilma Roussef, prevista para o próximo dia 13 de março.

Segundo o parlamentar, o país vive uma crise política, econômica e social sem precedentes, agravada pela falta de credibilidade da presidente da República e pelas recentes revelações envolvendo o alto escalão de seu partido.

O retorno da inflação, o crescimento da violência, a queda do PIB do ano passado em 3,5% e o desemprego em alta foram citados pelo tucano, que cobrou de Dilma Roussef e de seus partidários um “mínimo de sanidade”. “Seria bom que houvesse uma crise de consciência e a presidente renuncie ao seu mandato, para mudar o rumo dessa trajetória”, disse.

As reações de Lula e de membros do PT sobre a forma como o ex-presidente foi conduzido a depor pela Polícia Federal também mereceram críticas do deputado Marden Menezes. Ele defendeu a instituição das acusações de que estaria agindo segundo motivações políticas. “O ex-presidente não é um cidadão acima da lei”, afirmou.  

Marden se disse ainda chocado com vídeo da deputada federal Jandira Feghali (PCdB-RJ) em que Lula aparece proferindo palavras “de baixo calão” contra a Polícia Federal, na presença da presidente Dilma. “Ele estava transtornado”, disse. Segundo ele, o ex-presidente tem se perdido em meio a argumentos frágeis, pífios e ridículos.

Firmino Paulo, do PSDB, e Robert Rios, do PDT, fizeram aparte ao pronunciamento do colega. O pedetista disse que o mandato coercitivo não foi empregado ao arrepio da lei, já que o ex-presidente Lula havia tentado, junto aos seus advogados, várias ações para evitar prestar depoimento na nova etapa da operação “lava jato”.

 


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