13/08/2020 às 15h09min - Atualizada em 13/08/2020 às 15h09min

Coronel Edson tem berço em uma das 28 primeiras famílias que colonizaram Colônia do Gurgueia

Ascom candidato
Colônia do Gurguéia surgiu como fruto do trabalho do Padre José de Anchieta Mauriz Cortez e Agostinho Reis. O padre era um homem à frente do seu tempo com ideias promissoras para a Região. Quando, em 13 de maio de 1959, Juscelino Kubistchek assinou o decreto para criação do Núcleo Colonial do Gurguéia, Agostinho Reis passou a ser o primeiro administrador e comandou o projeto por 15 anos. Durante esse tempo, contou com a ajuda do Pe. Anchieta, que ao perceber o bom desenvolvimento do projeto do INCRA, resolveu construir suas próprias colônias. Ele adquiriu cinco mil hectares de terra ao lado direito do Rio Gurguéia, estabeleceu o Núcleo Colonial Aliança do Gurguéia e lá foram assentadas 28 famílias. Uma dessas famílias assentadas foi a do Coronel Edson. O seu pai, popularmente conhecido como Antônio da Serraria, participou ativamente da fundação do Núcleo Colonial ao construir o teto de cada casa e de cada prédio público que ali se estabeleceram.
 
Em 29 de Abril de 1992, com a colaboração do Padre José de Anchieta, aconteceu a emancipação política. Apesar de não ter sido o primeiro prefeito, coube ao Padre nomear o seu substituto. Logo surgiu o nome do Professor Edmilson Ferreira da Silva, filho de Seu Antônio da Serraria e irmão do Coronel Edson. A escolha partiu da conhecida honra e moral da sua família que desde o início, ainda no Núcleo Colonial, trabalhou arduamente para o crescimento da Cidade. Por não ser filiado a nenhum partido, o Professor Edmilson recusou o convite. Com a recusa, o Padre precisou procurar outro nome e, assim, o senhor Crispim Pereira de Araújo, líder comunitário, foi escolhido como substituto do Padre. No entanto, apesar de não ter assumido o papel de substituto do Padre Anchieta, o Professor Edmilson e sua família continuaram contribuindo fortemente com o desenvolvimento de Colônia do Gurguéia.
 
A família do Coronel Edson, portanto, foi a primeira família que o Padre Anchieta entendeu está preparada para gerir Colônia do Gurgueia pelos relevantes serviços prestados desde o início da colonização da cidade. Assim, Edson Ferreira da Silva (hoje coronel), filho do seu Antônio da Serraria e irmão do Professor Edmilson, saiu da cidade com o intuito de estudar sem descanso para retribuir a confiança do Padre em sua família. Ele permaneceu até 1974 em Colônia do Gurguéia, estudando no Grupo Escolar Nossa Senhora de Fátima, em sua terra natal. Depois, mudou-se para Floriano e retomou os estudos no Colégio Industrial São Francisco de Assis, onde permaneceu até 1985. Logo, saiu de Floriano e seguiu para Teresina. Ao chegar na capital, estudou no Colégio Andreas e, pouco tempo depois, assumiu o curso de Direito na Universidade Estadual do Piauí – UESPI. Após concluir o curso, fez pós-graduação em Direito Penal e Processual Penal na Universidade Federal do Piauí - UFPI; não tardou em prestar concurso público, obtendo êxito e iniciando sua carreira na Polícia Militar do Piauí. Permaneceu por 36 anos na Polícia Militar do Piauí, alcançando a patente de Coronel da Polícia Militar do Piauí.

No cenário político, desempenhou funções na Assembleia Legislativa do Piauí – ALEPI por mais de 10 anos. Durante esse tempo, acompanhou a árdua rotina da Casa Legislativa e em diversos municípios do Piauí. Assim, por conta das suas funções na Polícia Militar do Piauí, desde 1994, nunca deixou de acompanhar a vida política no nosso Estado, em diversos municípios e, principalmente, em Colônia do Gurguéia, em que participou de vários pleitos eleitorais no exercício da função como policial militar.
 
Nos últimos cinco anos, trabalhou como Comandante de parte do Sul e de todo extremo Sul do Piauí, coordenando a segurança ostensiva em 68 cidades piauienses. Sendo Colônia do Gurguéia uma delas, se fazendo sempre presente na sua cidade natal e priorizando a segurança dos seus conterrâneos. Após valorosos 36 anos de relevantes serviços prestados à instituição Militar, encerra sua participação na honrosa Instituição Militar, que foi berço de parte do seu conhecimento, exemplo e experiência.
 
Hoje, pai de 6 filhos, sendo 3 do primeiro casamento, um deles já falecido, e 3 do segundo casamento. Casado com a Psicóloga e Mestra em Saúde Pública, Francisca Silva, coloca-se à disposição de Colônia de Gurguéia para prestar sua contribuição e retribuir mais uma vez a confiança do Padre Anchieta em sua família. Apesar da rigorosa rotina de trabalho, sempre esteve presente em Colônia do Gurguéia. Mesmo possuindo residência estabelecida, não podia dedicar-se totalmente, em virtude do compromisso com a Policia Militar. Depois de encerrar sua missão na Instituição Militar, empenhou-se em conhecer as dificuldades enfrentadas pela população de Colônia do Gurguéia e, após entendê-las, passou a pensar sobre a melhor maneira de contribuir com o Município.
 
Durante o momento em que estudou os problemas enfrentados pela população, passou a analisar a triste situação do Rio Gurguéia. Esse, que é parte importante da história da cidade, e hoje agoniza sem que nada seja feito. Inúmeras promessas são feitas, mas permanecem apenas no papel. Ao olhar para o Rio, que hoje se assemelha mais a um pequeno riacho, lembra que na sua infância, o Rio possuía uma beleza majestosa com águas valentes que reviravam o barro vermelho. Em tempos de cheias, alagava tudo, deixando ricas vazantes. Nenhum outro rio tinha tanto peixe quanto ele; No Nilo piauiense, como é popularmente conhecido, era possível encontrar peixes como: o surubim, bico de pato, mandubé, fidalgo, mandi, sarapó, boi, piranha, curimatá, curvina, e, até mesmo,  mussum. Já as traíras, oriundas das lagoas da Horta e da Feliciana. O Gurguéia era um sustentáculo e nosso povo não passava fome. As roças eram produtivas, levando a uma fartura de legumes. Por isso, o Coronel Edson, assim como muitos cidadãos, deseja presenciar ativamente o renascimento do Rio Gurguéia.
 
Conhecendo os problemas da região e sabendo da confiança e da honra depositadas em sua família pelo Padre José de Anchieta, Coronel Edson acredita que não pode ignorar esse desígnio, pois como filho de Colônia do Gurguéia, sente-se na obrigação de colaborar ativamente com o desenvolvimento da Cidade juntamente com sua Esposa, que enxerga os projetos sociais como meio efetivo de promover o desenvolvimento social. Assim, por ser de direito, justo e democrático se credencia a uma pré-candidatura da mesma forma como os demais filhos de Colônia do Gurguéia pleiteiam. Para tanto, conta com o apoio da família, esposa, filhos, netos, sobrinhos e amigos.
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