26/12/2013 às 13h43min - Atualizada em 26/12/2013 às 13h43min

Conspiração em curso

Por Arimatéria Azevedo

Portal AZ
Perdão, leitor, mas certos políticos deviam ser chamados de punheteiros. Porque só vivem naquela masturbação mental sobre assuntos que eles próprios criam. Agora passaram a ganhar espaços na mídia para discutir o que é da vontade alheia. Por exemplo: se Wilson Martins sai ou fica no governo, decisão que só compete única e exclusivamente ao próprio governador. O personagem da hora é o deputado federal Marcelo Castro especialista em estradas e Phd no protecionismo familiar em se tatando de cargos e obras públicas. Enquanto a nuvem do momento indica que Wilson fica, ele assegura que Wilson sai. E tem razão para desejar isso: quer tirar o PMDB da condição de coadjuvante para ator principal, emplacando o vice-governador na cadeira Numero 1. Por direito, é bom frisar, mas as intenções estão longe de parecer reais. Há em curso uma espécie de conspiração dentro do próprio PMDB para colocar Zé Filho no comando dos últimos dez meses da gestão de Wilson Martins e, ao mesmo tempo, trabalhar para a formação de uma aliança tendo como candidato ao governo o petista Wellington Dias. No entanto, num cenário em que só eles conseguem pontuar, de serem tão gentis quanto insinceros uns com os outros, é fácil se ouvir e ler a declaração abaixo: "O PMDB está cem por cento unido. Não há discrepâncias e todos nós estamos unidos em torno da candidatura do vice, Zé Filho. Esperamos que Wilson Martins saia do governo para ser nosso candidato ao Senado Federal. Esse é o plano. É 'improbabilíssimo' o governador não sair. Não consigo imaginar Wilson Martins permanecendo no cargo", destacou Marcelo Castro em recente publicação. O PMDB está ‘cem por cento’ unido em torno de Zé Filho como estiveram os pefelistas que se locupletaram na gestão de onze meses de Hugo Napoleão, no tenebroso governo Vida Nova. Eles buscaram os meios mais espúrios para garantir a manutenção de seus mandatos, deixando-o entregue à própria sorte. E todos sabem o resultado: o governador da época foi o petista Wellington Dias que entrou na disputa apenas para competir, capitaneando uma oposição frágil, constrangida, fragmentada pela cassação de Mão Santa.

 

Articulação

O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, assegurou que o ex-presidente Lula e o a presidente Dilma estão articulando as chapas estaduais com a aliança de partidos que compõem a base em nível nacional.
As composições tendem a seguir mais ou menos o que ficou acertado na cúpula. 

Retrô
Fazendo uma retrospectiva 2013, em junho a Câmara Federal rejeitou o projeto que tornava a corrupção crime hediondo. A Câmara havia rejeitado a proposta em em duas oportunidades. A medida foi anunciada pela presidenta Dilma Rousseff como resposta às manifestações populares de junho. 

Investigação
O advogado Eduardo Alves encaminhou expediente à superintendência da Polícia Federal no Piauí para que lhe informe se o policial Ivanilso Alves de Alcântara se encontrava de serviço na noite do show em que ele o ameaçou de arma em punho, com síntomas de visível embriaguês.
Eduardo também quer saber quem era o sujeito que acompanhava Ivanilso que o agrediu, chegando a rasgar o bolso de sua camisa.

O caso
Eduardo Alves saia do show, no Teresina Hall quando, já na avenida Petronio Portella teve seu carro emparelhado com o do policial que, de arma em punho, mandava que ele parasse. Inicialmente, Eduardo pensava que se tratava de assalto.
Somente depois que parou, foi informado que teria batido com seu carro no do policial, que ali lhe cobrava satisfações, com a arma, uma pistola ponto 40, em punho.

O caso 2
Apesar de dizer que era adovogado, com endereço conhecido, Eduardo não convenceu seu agressor. Ivanilso só baixou a arma e saiu do local quando começou a juntar gente que pensava tratar-se de um assalto.
O amigo de Ivanilso puxou Eduardo pela camisa, rasgando-a.

Voto
Na busca do mandato de deputado federal, Heráclito Fortes tem voado pelos mais longínquos municípios.
Antes do Natal, ele esteve em Cristalândia, na festa de aniversário da cidade.

Grilhagem 1
Acusado de ser um dos maiores grilheiros de terras no Piauí e Maranhão, o empresário Euclides de Carli foi denunciado pelo Ministério Público da prática de crime contra a Ordem Tributária e de Sonegação Fiscal.
O processo, apesar de instruído no Maranhão, foi distribuído para a 5ª. Vara da Justiça Federal no Piauí, a cargo da juiza Marina Cavalcanti.

Grilagem 2
No Piauí , De Carli é acusado de utilizar jagunços para tomar terras de pequenos agricultores da região de Santa Filomena.
Segundo Genevaldo Silva do site Viagora, existem relatos de que foram cometidos até homicídios contra pequenos agricultores que se negavam a vender suas terras a preços baixos para o empresário. Ele planta soja nos dois estados e é dono de milhares de hectares de terras.

Gado Bravo
Ainda não se ouviu um posicionamento formal da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e do Ibama sobre a devastação da Serra do Gado Bravo, entre Curimatá e Parnaguá onde, se pratica suposto crime ambiental, ao transformar aquilo lá em carvão.
Na Semar, pela voz do secretário Dalton Macambira, a operação é ilegal, pois, não há houe concessão de licença.

Falsificação
Se não há licença do órgão responsável, os devastadores dos platôs da Serra do Gado Bravo estão falsificando documentos para que a ação de destruição da floresta pareça legal.

 

 

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