27/11/2020 às 08h04min - Atualizada em 27/11/2020 às 08h04min

Depois de solto pelo STJ, jornalista Arimatéia Azevedo conta sua versão sobre as ações da polícia e do juiz

AZ Brasília
O jornalista piauiense Arimatéia Azevedo voltou a escrever sua coluna, no portal AZ, depois de mais de 160 dias em que foi mantido preso, grande parte desse período, em prisão domiciliar.

Ele foi colocado em liberdade pela 6a Turma do STJ em decisão por unanimidade. Além da prisão preventiva decretada, a justiça também o proibiu de trabalhar.

Na coluna desta sexta-feira Arimatéia Azevedo enfoca a forma pirotécnica abusiva  com que se conduziram os delegados da Greco que o acusaram da prática reiterada de extorsão, quando ele nunca havia sido denunciado por tal crime.

Ele cita que os delegados e o juiz Valdemir Ferreira dos Santos, da  Central de Inquéritos de Teresina, preocuparam-se em defender o médico Alexandre Andrade, que fez a acusação contra o jornalista de suposta prática de extorsão.

O juiz Valdemir Ferreira, que segundo Arimatéia Azevedo negou todos os seus pedidos, justifica a manutenção da prisão preventiva alegando que o jornalista é reincidente na prática de extorsão. “Outra mentira”, destaca Azevedo.

Leia na íntegra a coluna de Arimatéia Azevedo no Portal AZ, de Teresina.
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