27/03/2014 às 00h02min - Atualizada em 27/03/2014 às 00h02min

PARA O PIAUÍ, O DOBRO DE ENERGIA É O SUFICIENTE?

Antônio Areia, prefeito? Quem sabe...

Cristiano Setragni
PIAUÍ PRODUZIRÁ O DOBRO DE ENERGIA QUE PRECISA, AFIRMA EDSON FERREIRA.
Essa matéria foi transcrita no Portal Corrente, essa matéria vai sair na revista Cidade Verde.
Não sei se rio ou se choro, vamos lá... 
O Piauí é um estado pobre, sem indústrias, se vai produzir o dobro de energia, certamente será para dobrar o número de casas da pobreza no Piauí. Uma empresa de grande porte no sul ou sudeste, consome em um mês o que dezenas de cidades do Piauí não gastam em um ano. Como trazer uma Bunge, para processar a soja que aqui plantamos? Como faremos para trazer uma Coteminas, Hering, Mafisa, Karsten, etc; para beneficiar o algodão que aqui plantamos? Qualquer empresa destas que aqui citei, ocupa um espaço de 10, 20 hectares e geram 30.000 empregos. Do dia pra noite! Como ter energia excedente para atrair este tipo de investidor? Muita energia! O Piauí terá que ter no mínimo 5 vezes mais de energia do que estão comemorando agora, caso contrário, só vai servir para podermos colocar um freezer ao lado da geladeira, outra televisão no quarto das crianças e quem sabe, ter um chuveiro elétrico em cada casa. Só com esses utencílios a mais já se foi a cota excedente! Acorda Piauí! Acorda Edson Ferreira!
 
PRIMEIRA PESQUISA DO DATA AZ MOSTRA MÃO SANTA INCOMODANDO
Mal saiu a primeira pesquisa do Data AZ para governo do estado e o resultado é justamente o que eu já esperava. Mão Santa, está praticamente empatado com Marcelo Castro. Detalhe: Marcelo, tem a máquina administrativa na mão, Wellington tem a presidenta da república com ele e Mão Santa... a esperança. O povo quer mudança e isso eu já sabia, ele de fato vai ser a grande diferença dessas eleições, uma GRANDE pedra no sapato! Mão Santa, a águia rebelde!
Continuo dizendo: É um grande erro deixar de lado Zé Filho e apostar as fichas em Marcelo Castro, já Wellington Dias, só o tempo dirá, mas acredito que ficará pra escanteio. A briga vai ser entre Mão Santa e PMDB.
 
OPOSIÇÃO DE CORRENTE É HILARIANTE
Gritam, grunhem, grunjem, esperneiam. Essa é a oposição de Corrente, não ouço mas me disseram que hoje na rádio Cerrado, berraram contra o prefeito Jesualdo Cavalcanti, disseram-me inclusive que o apresentador falou que o asfalto é fruto dele ter pedido para o governador. Um radialista trazer asfalto pra cidade? Prefiro não acreditar, como disse, não escuto rádio.
Devéras o mesmo apresentador falou que seria o próximo prefeito da cidade, devéras o mundo deve estar acabando!
Eu ainda preferia ver prefeito, então, meu amigo Só Gás, de Cristalândia, basta ele se transferir para Corrente.
 
PALPITE
Não sei por que entrei neste assunto de prefeito, Jesualdo nem chegou na metade de seu mandato e já fez o que NENHUM fez nos últimos 20 anos. Diga-se de passagem, rezo, torço e imploro que ele aceite mais 4 anos à frente da administração pública. Nunca teremos outro igual. Mas, se tiver que ter outro, é cedo demais para dizer quem vai ser. Acontece que eu vejo no sr. Antonino Barros, a mesma garra de Jesualdo. Trabalha de manhã, de tarde e de noite; é honesto, respeita o bem público e de praxe, tem até um bom slogan para atacar a oposição: Areia neles!
 
BATE-PAPO
Em conversa com meu grande amigo Filemom Nogueira, que estará segunda-feira em Corrente, para a inauguração da escola Filemon Nogueira, falamos de política estadual, regional e perguntei:
- Filemon, como vai ser a oposição no estado?
- Ainda está muito cedo pra dizer.
- E aqui em Corrente?
- Se eles falarem algo, vai lá e cobre eles!
Aí eu, meio sacana, respondi pra ele:
­- Quem cobre é touro!
E o homem me vem com essa:
- Então você vai lá e castra eles todos!
 
PARA RIR (OU PARA CHORAR)
Ao ouvir pela TV Globo as declarações emocionais de Lula, defendendo seu filho Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, por ter recebido R$ 5.200.000,00 (cinco milhões e duzentos mil reais) da Telemar, para tocar uma empresa de nome Gameport, Elio Gaspari se enojou e foi buscar no fundo do baú, em 1964, a reportagem que mostra a diferença de comportamento entre dois presidentes:
Em 1965, o marechal Castello Branco leu no jornal que um de seus irmãos, funcionário da Receita Federal, ganhara em cerimônia pública um automóvel Aero Willys. Era o agradecimento de sua classe pela ajuda que dera na elaboração de uma lei que organizava a carreira. Paulo Castello Branco, filho do presidente, costumava contar que o marechal telefonou para o irmão, dizendo-lhe que deveria devolver o carro. Ele argumentou que, se cada fiscal da Receita tivesse presenteado uma gravata, o valor seria muito maior. Castello interrompeu-o:
— Você não entendeu. Afastado do cargo você já está. Estamos decidindo agora se você vai preso ou não
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