29/03/2015 às 09h53min - Atualizada em 29/03/2015 às 09h53min

Farofa de feijão. - Uma de Azor Rocha

Por Janio Rocha Modesto

Portal Corrente

No casamento do filho de D. Heliene com a filha de Drª Magdonalva, após  a cerimônia de celebração, a recepção dos convidados ocorreu no clube BNB, às margens da BR 135, saída para Brasília.

 

 

O véio Azor, tio da noiva, divide a mesa com sua esposa tia Milú, meu tio Ilmar e sua esposa Hortencinha

Antes de servir o prato principal, foi oferecido como entrada, farofa de feijão.

 

 

Azor nunca foi chegado a feijão, ele não gostava mesmo, lembro-me que repetia sempre que se fosse Deus, mandava uma chuva de canivetes abertos para cortar todos os pés de feijão existentes na terra e que comia apenas para escapar, ou seja, não morrer.

 

 

Ele recusando a entrada oferecida, decide aguardar pelo prato principal, certamente mais reforçado e mais sortido.
Nesse intervalo, Hortencinha, muito amiga dele, sugere-lhe comer um pouco da farofa, explicando a ele que feijão é um alimento muito rico em ferro.
 
De pronto ele responde;
 
D. Hotência, de uma coisa em sei, se feijão fosse rico em ferro, "Gurgui" devia ser um trator, pois só come o puro e não passa de uma borboletinha nojenta.
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